Esses eram ingleses, mas nome era tirado de uma frase em russo.
Causaram um monte em 1986: a crítica achou que eles eram o futuro, babaram ovo pra banda até não poder mais. Tudo bem, o visual punk-futurista causava impacto, mas a música não era lá tudo isso. De qualquer forma caíram no gosto do povão, prinicipalmente aqui no Brasil, onde tiveram status de estrelas por, hum… 12 minutos.
O primeiro álbum deles, Flaunt It, vendeu que nem água por aqui, do tipo que até a filha da vizinha (que gostava de Menudo) tinha.
Pra dançar então, era um desespero. Com um andamento rápido, era uma verdadeira aeróbica nas buatys. Nunca entendí como esse troço tocou tanto. De qualquer forma entrou pra história também. E eles sumiram, lógico.
Vale rever o clip que lançou eles pra fama. Muito laquê, muita meia rasgada na cara, muito vinil, muito couro, muita maquilagem, muito tudo. Adoramos!
Sigue Sigue Sputnik – Love Missile F1-11 (uncensored)
O vídeo já tem um tempo, mas a gente não cansa de assistir La Tigresa. Com uma música e um vídeo tão up-to-date, tão à frente de seu tempo, só nos resta dizer que essa mulher (literalmente) do Peru só pode ser uma visionária.
Desde o roteiro, os figurantes, o cenário, tudo aqui nos leva a perguntar: QUEM DIABOS FEZ ESSA PORRA?!? Francamente, é muita coragem…
Começamos aqui a séria de DEUSAS que a gente ama/cultua/adora/segue/acende vela.
E pra abrir, ninguém capta melhor o espírito do nosso bluóg que AMANDA LEAR. Muita história ronda a biografia desta bonita: nasceu e cresceu no sul da França, mãe vietnamita (ou mongol, ou chinesa), pai militar da marinha inglesa, ou francês. Foi ser jovem na Paris dos anos 60 e, entre outras coisas, desfilou pra Givenchy, Paco Rabanne e YSL, foi amiga dos Stones em Londres no começo dos 70, virou musa de Salvador Dali até que um dia conheceu David Bowie.
Com o Camaleão ela foi ser backing vocal, pra mais tarde ser produzida por ele e se tornar, tcharaaaaan! Cantora e musa da Disco. Aí é isso que vocês assistem nos clips… uma beleza, né?
E fica até hoje a pergunta final: ela é ou não é trava?
Este é o blúog da festa Le Trash Chic que acontece mensalmente em Curitchiba. Mas não é só isso…
Aqui falaremos também de tudo que engloba o que achamos Podre de Chic e Trash Nu Úrtimo. E isso inclui notas “qualquer nota”, sensacionalismo, gossips, pitís, bichices, esquisitices e outras “tices”. Achou uó? Nós também! O importante é se jogar e dar bafom. E nem confiança pras outras!
Gostou? Então você é um(a) dos(as) nossos(as). Se quiser, opine, contribua e enriqueça este precioso espaço Trash/Chic. Por que todos somos um poucos dos dois, neaammmm?!?
Não gostou? Reclame, esperneie, choche. Não resolveu? Então, vá tomar Nu Cool! Que aliás, é um drink delicioso e exclusivo da nossa festa. Assim, como são drinks exclusivos Babado Tóxico, Helenninha Roittman e Boa Noite Cindy. Mas essa já é outra história, que a gente vai voltar a falar depois.