Não dá pra continuar este bluóg sem falar dela, então abrimos este primeiro post de uma série de muitos que vem aí.
Devido à relevância do bumbum, digo, do valor artístico da nossa DEUSA, vem mais posts futuros falando da saga, da odisséia, da epopéia, do kama sutra (ops!) que é ser-viver-respirar-representar a entidade GRETCHEN.
Massss, vamos à análise semi(u)ótica do vídeo abaixo.
O minimalismo de Gretchen
(ou a prova de que ela também era uma mulher à frente do seu tempo).
Tudo acontece no programa Globo de Ouro da Rede Globo em 1980.
Com um vestido rosinha de uma alça só, a bota (erm) rosinha fecha tudo. Franja caindo no rosto. Umas bijoux doiradas, que é pra quebrar o conjunto. Ela dança de costas, e pra variar um pouco, de frente. Mais minimal, impossível…
E a dublagem reina.
